Como escolher uma plataforma BaaS para fintechs em 2026

Como escolher uma plataforma BaaS para fintechs em 2026

Como escolher uma plataforma BaaS para fintechs em 2026

Con la Resolución Conjunta nº 16 del Banco Central, publicada en 2025, las exigencias regulatorias aumentaron considerablemente. Esto significa que cambiar de proveedor a mitad de camino puede ser tan complejo como cambiar el motor de un avión en pleno vuelo. En esta guía, encontrará criterios técnicos, regulatorios y operativos para tomar esa decisión con seguridad. Azify ofrece una infraestructura enchufable con cumplimiento normativo integrado, lo que le permite concentrarse en su producto mientras la base regulatoria está garantizada.

Principais lições: como escolher uma plataforma BaaS para fintechs

A Resolução Conjunta nº 16 do Banco Central exige titularidade individualizada de contas e responsabilidade clara da instituição prestadora sobre KYC, PLD e compliance.

  • Avalie a qualidade das APIs considerando documentação, sandboxes funcionais, webhooks em tempo real e tratamento de exceções.

  • Plataformas como a Azify oferecem APIs modulares e compliance by design, reduzindo riscos regulatórios e acelerando o tempo de lançamento.

  • Critérios de escalabilidade incluem capacidade de processamento em volume alto, uptime garantido em contrato e suporte técnico dedicado.

  • A escolha errada de provedor pode comprometer meses de operação; priorize parceiros com histórico regulatório sólido e arquitetura modular.

O que é Banking as a Service e por que fintechs precisam dele?

Banking as a Service es un modelo en el que una institución financiera autorizada por el Banco Central pone a disposición su infraestructura tecnológica y licencias para que otras empresas ofrezcan servicios financieros con marca propia. En la práctica, usted accede a cuentas digitales, tarjetas, pagos y transferencias a través de APIs, sin necesidad de obtener licencias bancarias propias.

Para las fintechs brasileñas, esto representa un atajo estratégico. Obtener una licencia de institución de pago puede llevar de 12 a 24 meses y exigir un capital mínimo significativo. Con el BaaS, usted lanza productos financieros en semanas y concentra sus recursos en el desarrollo de la experiencia del cliente.

El modelo funciona en tres capas: el proveedor de BaaS se encarga de la infraestructura regulada (cuentas, cumplimiento, conexión con el sistema financiero), usted desarrolla el producto y la experiencia, y su cliente final utiliza el servicio directamente en su plataforma.

Como a regulamentação do Banco Central impacta a escolha do BaaS?

A Resolução Conjunta nº 16 do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional, publicada em 2025, representa um marco regulatório para o ecossistema BaaS no Brasil. Ela define BaaS como a prestação de serviços financeiros por uma instituição autorizada para clientes de uma entidade tomadora, por meio de integração tecnológica.

O ponto central é que a instituição prestadora permanece responsável pela relação jurídica com o cliente. Isso inclui KYC (Know Your Customer), prevenção à lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo, sigilo bancário e conformidade regulatória. A tomadora atua como canal ou distribuidora, mas não assume funções típicas de correspondentes bancários.

Quais são os serviços permitidos em parcerias de BaaS?

A norma delimita de forma taxativa os serviços que podem compor uma parceria de BaaS:

  • Abertura, manutenção e encerramento de contas (depósitos à vista, poupança, contas pré e pós-pagas)

  • Serviços de pagamento vinculados a essas contas

  • Credenciamento para aceitação de instrumentos de pagamento

  • Operações de crédito

Uma exigência importante: as contas devem ter titularidade individualizada diretamente na instituição prestadora. Isso elimina estruturas de "contas-bolsão" ou contas-ônibus e reforça a rastreabilidade das operações.

Quais são as vedações e limites impostos pela regulamentação?

A Resolução estabelece limites importantes. Uma mesma tomadora não pode contratar mais de uma instituição para o mesmo tipo de conta, salvo se forem do mesmo conglomerado prudencial. Além disso, a tomadora não pode usar nomenclatura típica de instituições financeiras nem cobrar tarifas próprias sobre serviços prestados pela instituição financeira.

O prazo para adequação dos contratos vigentes é dezembro de 2026, o que dá ao mercado tempo para reestruturar modelos e ajustar fluxos operacionais.

Quais critérios técnicos são essenciais para escolher um provedor BaaS?

A robustez técnica da plataforma define a capacidade de crescimento da sua operação. Avaliar apenas preço ou prazo inicial é um erro comum que se revela poucos meses depois, quando exceções operacionais e necessidades de escala aparecem.

Como avaliar a qualidade das APIs de um provedor BaaS?

APIs não devem ser avaliadas apenas pelo catálogo de funcionalidades. O que importa é a previsibilidade operacional. Considere:

  • Documentação clara e completa (OpenAPI/Swagger)

  • Ambiente sandbox funcional para testes

  • Webhooks em tempo real para eventos críticos

  • Idempotência para evitar duplicações em caso de retry

  • Tratamento de exceções e códigos de erro padronizados

  • Versionamento com políticas claras de deprecation

A Azify disponibiliza APIs modulares e documentadas, compatíveis com diversos sistemas. Isso permite operações em tempo real, relatórios automatizados e integração com ERPs e CRMs existentes.

Como verificar a arquitetura operacional do provedor?

A plataforma precisa mostrar como integra cadastro, regras de negócio, trilha transacional, webhooks, reconciliação, monitoramento e backoffice. Se cada parte depende de um fornecedor isolado, a operação tende a ficar mais frágil.

Pergunte como funciona a comunicação entre os componentes internos. Busque provedores com arquitetura modular que permita adicionar funcionalidades sem reconfiguração complexa.

Por que compliance e governança são decisivos na avaliação?

No Brasil, operar serviços financeiros exige atenção a normas do Banco Central, CVM, LGPD e regras de prevenção à lavagem de dinheiro (PLD) e financiamento ao terrorismo (FT). A escolha de um provedor sem compliance robusto expõe sua operação a riscos que podem comprometer a reputação e a continuidade do negócio.

Quais certificações e requisitos legais você deve verificar?

Verifique se o provedor opera por meio de parceiros autorizados pelo Banco Central. A Azify mantém certificação de parceiros regulados, auditorias periódicas de compliance, e políticas de KYC (Conheça seu Cliente) e PLD/FT embarcadas na operação.

Além disso, confirme a aderência à LGPD para proteção de dados pessoais e ao PCI-DSS para operações que envolvem dados de cartão. A conformidade deve estar incorporada desde a concepção da solução (compliance by design).

Como avaliar a capacidade de auditoria e rastreabilidade?

Transparência e rastreabilidade são fundamentais para auditorias e relacionamento com reguladores. Procure provedores que ofereçam dashboards de auditoria, relatórios detalhados e trilhas completas de todas as operações.

Isso facilita não apenas o cumprimento de requisitos legais, mas também o monitoramento interno e a identificação de inconsistências antes que se tornem problemas maiores. A Azify oferece módulos de compliance para validação de dados, monitoramento de transações e relatórios detalhados, facilitando auditorias e aderência às normas do Banco Central.

Como avaliar segurança e proteção de dados em plataformas BaaS?

A segurança é central para qualquer operação BaaS. Vazamentos de dados, fraudes ou indisponibilidade do sistema podem destruir a confiança dos seus clientes e gerar sanções regulatórias.

Quais medidas de segurança técnica devem estar presentes?

Verifique se o provedor implementa:

  • Criptografia de dados em trânsito e em repouso

  • Autenticação forte (multifator) para acesso a sistemas críticos

  • Monitoramento em tempo real com detecção de fraudes

  • Controle rigoroso de permissões e acessos

  • Alertas automáticos para operações suspeitas

Essas práticas garantem que dados de clientes e transações permaneçam protegidos, alinhando-se à LGPD e normas internacionais de proteção de dados.

O que verificar sobre continuidade operacional e SLAs?

Sistemas de BaaS precisam de alta disponibilidade. Verifique os acordos de nível de serviço (SLAs) em contrato, incluindo uptime garantido, tempo de resposta a incidentes e penalidades em caso de descumprimento.

Além disso, pergunte sobre planos de continuidade e recuperação de desastres. A Azify mantém monitoramento 24/7 e SLAs claros para uptime e suporte técnico, garantindo estabilidade mesmo em picos de demanda.

Como avaliar escalabilidade e performance do provedor BaaS?

Para fintechs que planejam crescimento rápido, a plataforma precisa acompanhar a demanda sem comprometer a experiência do usuário. Avaliar a escalabilidade vai além de números: envolve entender como o sistema responde a picos de tráfego e aumento de volume.

Quais perguntas fazer sobre capacidade de crescimento?

Investigue a capacidade de processamento. Pergunte quantas transações por segundo a plataforma processa, qual o maior cliente em volume atual e como funciona a resposta a picos de demanda. Plataformas com arquitetura modular e infraestrutura em nuvem são mais preparadas para absorver crescimento.

Verifique também se o provedor realiza testes de stress regulares e mantém monitoramento para prevenir downtime. A capacidade de identificar e corrigir problemas antes que impactem a operação é um diferencial importante.

Por que o suporte técnico especializado faz diferença?

Ter acesso a equipes treinadas, capazes de resolver problemas rapidamente e implementar atualizações sem afetar a operação, garante agilidade e confiabilidade. Isso é especialmente importante durante a fase de integração e nos primeiros meses de operação.

A Azify oferece suporte técnico dedicado durante todo o ciclo de integração, ajudando a reduzir riscos operacionais e regulatórios durante o processo de implementação.

Passo a passo: como conduzir a avaliação de provedores BaaS

Evaluar proveedores de BaaS de forma estructurada reduce riesgos y aumenta las posibilidades de elegir un socio alineado con sus necesidades a corto y largo plazo.

Paso 1: Defina sus necesidades de producto

Antes de hablar con los proveedores, defina qué servicios financieros desea ofrecer: cuentas digitales, tarjetas, pagos, crédito, inversiones. Enumere también los elementos diferenciales que pretende crear en la experiencia del cliente.

Considere no solo lo que necesita hoy, sino también lo que pueda necesitar en un plazo de 12 a 24 meses. Cambiar de proveedor en pleno crecimiento es costoso y arriesgado.

Paso 2: Verifique el cumplimiento regulatorio

Confirme si el proveedor opera con licencias propias o a través de socios autorizados por el Banco Central. Solicite documentación sobre políticas de KYC, PLD/FT y protección de datos. Pregunte cómo se ha adaptado la plataforma a la Resolución Conjunta nº 16.

Un proveedor con un cumplimiento sólido reduce el riesgo de sanciones e interrupciones que puedan comprometer su operación.

Paso 3: Evalúe la calidad técnica

Solicite acceso al entorno de sandbox y a la documentación de las API. Pruebe la integración con su stack actual. Verifique la claridad de la documentación, la velocidad de respuesta de las API y el manejo de errores.

Pregunte sobre los SLA de tiempo de actividad, el tiempo de respuesta ante incidentes y la capacidad de procesamiento con volúmenes elevados.

Paso 4: Analice los costes y el modelo comercial

Comprenda la estructura de costes: tarifas de configuración (setup), cuotas mensuales, costes por transacción, costes de emisión de tarjetas. Compare no solo el precio inicial, sino el coste total considerando el volumen proyectado.

Evite sorpresas comprobando si existen costes adicionales para funcionalidades específicas o para el aumento de volumen.

Paso 5: Realice la debida diligencia del proveedor

Investigue la reputación del proveedor en el mercado. Hable con otras empresas que ya utilicen la plataforma. Verifique el historial de incidentes, la calidad del soporte y la capacidad de evolución del producto.

Un proveedor sólido debe contar con casos de éxito demostrados y capacidad para escalar junto con su operación.

Quais são os erros mais comuns na escolha de provedores BaaS?

Evitar errores frecuentes puede ahorrar meses de retrabajo y recursos financieros. La mayoría de los problemas surgen de decisiones tomadas basándose en criterios superficiales.

¿Por qué es arriesgado comparar solo precio y plazo inicial?

El error más frecuente es comparar solo el front-end, el precio o el plazo inicial. Esto pasa por alto aspectos que se vuelven decisivos pocos meses después: conciliación, excepciones operativas, reglas de producto, observabilidad y dependencia de terceros.

Un proveedor con un precio más bajo puede resultar mucho más costoso cuando se necesitan funcionalidades que no están incluidas o cuando los problemas operativos afectan a su cliente final.

¿Por qué es peligroso ignorar la arquitectura operativa?

Tratar las API como "plug and play" sin tener en cuenta la complejidad del entorno financiero es otro error común. Lo ideal es adoptar una estrategia de compliance by design, garantizando el cumplimiento normativo desde la concepción de la solución.

Verifique cómo el proveedor integra todos los componentes de la operación y cuál es la dependencia de terceros en partes críticas del flujo.

Como a Azify se posiciona como parceira de BaaS para fintechs?

Azify ofrece una infraestructura de Banking as a Service diferenciada, con tres pilares principales que responden a las necesidades de las fintechs brasileñas reguladas.

¿Cuáles son los diferenciales técnicos de la plataforma Azify?

Azify proporciona APIs modulares y acoplables, lo que le permite elegir exactamente las funciones que desea integrar. Puede comenzar con cuentas digitales y pagos, y luego expandirse a tarjetas y servicios más sofisticados, sin sobrecarga técnica.

La plataforma incluye Maestro, un motor bancario que genera registros de logs, saldos segregados e informes requeridos por el Banco Central, conectando su operación al sistema regulatorio de forma automatizada. Además, Compliance Engine integra validaciones KYC, control de riesgos, AML y puntuación de usuarios a través de la API con lógica auditable.

¿Cómo soporta Azify las operaciones multidivisa e internacionales?

Para las fintechs que planean expandirse internacionalmente o requieren operaciones transfronterizas, Azify ofrece soporte para múltiples divisas e integraciones con diferentes sistemas de pago. Esto permite estructurar operaciones internacionales con cumplimiento integrado desde el primer paso.

Este posicionamiento sitúa a Azify como un socio estratégico para las fintechs que desean lanzar servicios financieros digitales de forma ágil, segura y escalable, manteniendo la gobernanza y el cumplimiento regulatorio.

Perspectivas del mercado de BaaS en Brasil: ¿qué esperar en los próximos años?

El mercado brasileño de BaaS está en plena expansión. Según Grand View Research, el sector movió 538 millones de dólares en 2022 y se espera que supere los 2000 millones de dólares para 2030, con una tasa de crecimiento anual compuesta del 18,3%. Brasil es el líder del crecimiento en América Latina, desempeñando un papel estratégico en la consolidación regional de este modelo.

¿Cómo afecta el crecimiento del mercado a la elección de proveedores?

El dato más relevante es que la categoría de plataformas concentró más de la mitad de los ingresos en 2022, siendo el segmento de más rápido crecimiento. Esto significa que los proveedores más destacados tienden a ofrecer infraestructuras tecnológicas robustas, centradas en APIs escalables y servicios modulares.

La competencia será cada vez mayor, con más actores ofreciendo soluciones. Diferenciarse requiere evaluar criterios técnicos y regulatorios sólidos. El momento de la elección es estratégico: entrar ahora en el mercado, con un proveedor de confianza, puede garantizar una ventaja competitiva a medida que se expande la demanda.

¿Qué tendencias deberían influir en las decisiones a largo plazo?

Algunas tendencias están en el horizonte para los próximos años:

  • Finanzas embebidas en prácticamente cualquier recorrido digital relevante

  • Plataformas B2B que utilizan BaaS para convertirse en el banco de su ecosistema de clientes

  • Expansión internacional con modelos multidivisa

  • Uso de inteligencia artificial para la automatización de procesos de cumplimiento y detección de fraudes

  • Integración con tokenización de activos y mercados cripto

Los proveedores que ofrecen soluciones multidivisa, escalabilidad internacional e integración con nuevos modelos tienden a ser más estratégicos a largo plazo.

Conclusión: cómo tomar la decisión correcta al elegir el BaaS

Elegir una plataforma de Banking as a Service en Brasil requiere algo más que evaluar promesas comerciales. La decisión debe considerar la calidad de la base operativa, la adherencia regulatoria y la capacidad de escalar junto con su negocio.

Cuanto más perciba la arquitectura, la integración, el cumplimiento y la evolución del producto como parte de la misma decisión, mayor será la posibilidad de construir una operación sostenible. La infraestructura que contrata hoy define los límites de lo que puede hacer mañana.

Azify ofrece la base tecnológica y regulatoria para que las fintechs lancen y operen productos financieros de forma segura y ágil. Con APIs modulares, cumplimiento normativo integrado y soporte dedicado, puede enfocarse en lo que realmente importa: crear experiencias financieras diferenciadas para sus clientes.

Preguntas frecuentes sobre cómo elegir una plataforma BaaS para fintechs

¿Cuál es la diferencia entre BaaS y Open Finance?

BaaS es la infraestructura para ejecutar servicios financieros (cuentas, pagos, tarjetas). Open Finance es el conjunto de reglas y tecnologías que permiten compartir datos financieros entre instituciones, con el consentimiento del cliente.

Ambos se complementan: el BaaS proporciona la operación, mientras que el Open Finance aporta el contexto para la personalización. Azify integra ambos para ofrecer soluciones más inteligentes y personalizadas.

¿Necesita mi fintech una licencia propia del Banco Central para usar BaaS?

En la mayoría de los casos, no. La licencia pertenece al proveedor de BaaS y usted opera como receptor de servicios. La Resolución Conjunta nº 16 deja claro que la institución proveedora es responsable de los servicios regulados.

En esquemas más complejos, pueden existir estructuras híbridas. Azify conecta su operación con socios regulados, permitiéndole lanzar productos financieros sin necesidad de obtener autorización propia.

¿Cuánto tiempo se tarda en lanzar un producto financiero con BaaS?

El plazo varía según el alcance y el nivel de madurez tecnológica de su empresa. Un MVP sencillo se puede lanzar en semanas, mientras que las soluciones complejas con múltiples productos financieros pueden requerir algunos meses.

Azify acelera este proceso con APIs documentadas, un entorno sandbox operativo y soporte técnico durante la integración, reduciendo el tiempo de implementación.

¿Cómo afecta la Resolución Conjunta nº 16 a los contratos de BaaS existentes?

La norma establece un plazo hasta diciembre de 2026 para la adecuación de los contratos vigentes. Esto incluye la revisión de cláusulas sobre responsabilidades, gobernanza, seguridad de datos y procedimientos de servicio de atención.

Si ya tiene un contrato de BaaS, consulte con su proveedor cómo va el proceso de adecuación. Azify ya opera de conformidad con los requisitos de la nueva regulación.

¿Cuáles son los principales riesgos de elegir al proveedor equivocado?

Los riesgos incluyen la falta de disponibilidad del sistema que afecte a sus clientes, fallos de cumplimiento que generen sanciones, limitaciones de escalabilidad que frenen su crecimiento y costes ocultos que comprometan la viabilidad financiera.

Azify mitiga estos riesgos mediante una infraestructura robusta, seguridad basada en el diseño (compliance by design) y transparencia comercial. Dispone de una plataforma que escala al ritmo de su operación.

¿Cómo ayuda Azify a las fintechs a lanzar tarjetas de marca blanca?

Azify ofrece la emisión de tarjetas físicas y virtuales integrada con la plataforma de cuentas digitales. Usted define el diseño de la tarjeta, las reglas de uso y los límites, mientras que Azify se encarga de la producción, la logística y la integración con las redes de tarjetas.

Esto permite lanzar un programa de tarjetas con su propia marca sin necesidad de construir una operación bancaria interna, manteniendo el control total de la experiencia del cliente.

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